20 agosto 2013

Ser presidente de/da câmara

Portugal tem assistido, durante longos meses, a uma polémica por causa de uma lei que limitava (?) os mandatos dos presidentes de câmara. Estão no poleiro a “servir” os munícipes durante 12 anos no máximo e depois tudo acaba. Tudo? Não.
Em causa está se a palavra correcta seria “de” ou “da” antecedido à palavra “presidente” na dita lei.
E muita confusão tem gerado. Nos tribunais, uns decidem e aceitam as candidaturas a presidentes de câmara em concelhos limítrofes, outros nem por isso.
A indignação de quem se candidata nas próximas eleições autárquicas em Setembro é maior quando o tribunal decide barrar as pretensões àqueles que querem servir os munícipes e serem os salvadores da pátria.
E ainda dizem que conhecem os concelhos ao mais ínfimo pormenor e, portanto, merecedores de vencerem as eleições fazendo convictas campanhas onde os munícipes são enganados todos os dias. E já nem falo das inaugurações e arranjos feitos nas ruas nos últimos meses.
Este meu desabafo vem a propósito do candidato do PSD ao concelho de Sintra, Pedro Pinto, ter colocado um cartaz da sua campanha no Bairro de Casal Novo, freguesia de Caneças, concelho de Odivelas

Das duas, uma: ou já se invade concelhos alheios só porque sim, ou o deputado e o seu sábio staff não sabem geografia, ou simplesmente não percebem nada de horta.

Há 4 anos fui votar com uma t-shirt que dizia “FMI – Fonix Mais Impostos”.

Este ano, se me apetecer lá pôr os pés, penso que vou com uma t-shirt que diga “TPC – Todos Pró Caralho”!!!

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