17 julho 2011

SBSR 2011

Cada vez gosto mais de ir a festivais de música ou a concertos.
Fui ao Super Bock Super Rock. A publicidade era “Meco, Sol e Rock & Roll”, mas o que dominou mais foi o . E muito, paletes dele. O SBSR foi no Meco, mas parecia que estávamos no Afeganistão ou no Iraque, tal era a quantidade de pessoas com a cabeça ou o nariz tapado para não levar com a poeira.
O que valeu foi a cerveja fresquinha (bebi muita) e a comida que havia no recinto. Até fruta nos ofereceram.
Musicalmente, gostei o suficiente.
Pela primeira vez vi actuações de duas bandas que eu adoro, os portugueses The Gift e os canadianos Arcade Fire.
Os The Gift fizeram uma óptima performance, que entusiasmaram o público, com a Sónia Tavares a mostrar todo o seu poder vocal.
Os Arcade Fire fizeram uma boa prestação, sendo prejudicados com o péssimo som. Houve alturas em que se ouvia mais a música da tenda electrónica! Inesperadamente, o vocalista estava muito contido. Se calhar pensou que o concerto poderia ser cancelado com mais alguma cimeira da Nato.
Portishead passou-me ao lado. Não gostei do pouco que ouvi. Quanto a The Legendary Tiger Man, coitadiiiiinhoooo. Nem consigo classificar aquela música. Mas gostos não se discutem, como é óbvio.
De salientar que fui de transportes e demorei menos de uma hora, tanto na ida como na volta. Constatei que as reclamações que fui ouvindo sobre os acessos, deveriam ser daquele pessoal que foi de carro e que queria estacionar em cima do palco. Só pode. Mordomias!

3 comentários:

  1. Festivaleiro! Por acaso gostei mais do cartaz do Marés VIvas, mas é no Norte, carago. E ir de transportes foi inteligente. Beijos

    ResponderEliminar
  2. Ofereceram-te fruta?!?!? Mas tu não és arbitro de futebol?

    ResponderEliminar

Deixe o seu testemunho, pois o seu comentário é muito importante.

Comentários anonimos não serão aceites e nem publicados. Utilize a opção Nome/URL para deixar o seu nome.

Obrigado.