20 julho 2009

LUA: conquista ou fraude?

Adoro a Lua!
Se me perguntarem qual é o corpo celeste pelo qual eu tenho mais afinidade, direi sempre o nosso satélite natural deste planeta mal tratado.
Adoro olhar para aquela “bola” iluminada pelo Sol, com as suas crateras que fazem lembrar a face de um ser humano. Adoro olhar para Ela, vezes sem conta.
Talvez certos aspectos da minha personalidade possam estar, de certo modo, ligados à Lua que é obscura, misteriosa, indiferente, noctívaga, sombria, enigmática.
Faz hoje 40 anos que o Homem pisou solo lunar. Será? Pois, eu partilho da mesma opinião que o meu falecido e adorado avô Carlos:
“Se o homem pisou a Lua em 1969 com poucos recursos que existiam na altura, porque é que nunca mais lá voltaram?”
Eu também não acredito que alguma vez “alguém” lá tenha estado. Se as imagens televisivas que existem são verdadeiras ou manipuladas, isso será uma questão controversa. Sou muito céptico sobre essa viagem nos anos 60.
Tenham coragem e repitam a façanha. Afinal, a Lua fica aqui tão perto. Pelo menos cientificamente.

13 julho 2009

Michael Jackson

Michael Jackson.
Meu ídolo de infância.
Morte inesperada.
Excelente músico.
Exímio dançarino.
Cantor de 1ª categoria.
Inúmeros prémios conquistados.
Recordista em rumores.
Acusações desnecessárias, infames até.
Excêntrico. Maníaco.
Inúmeros êxitos conquistados.
Vídeos fabulosos.
Canções intemporais.
Álbuns históricos.

Minha maior mágoa: não ter ido ver o concerto em Alvalade, nos anos 90. Não tive companhia.

Minha canção favorita: Smooth CriminalMeu vídeo favorito: Remember The Time
Meu álbum favorito: Invincible

Michael Jackson: mais um MITO a juntar a tantos outros.

Eterna criança, em adulto. Eterno adulto, em criança.

Peace!

06 julho 2009

Rifas

Odeio rifas.
Porque é tão somente uma bela maneira de alguém ganhar dinheiro à custa dos outros para garantir alguma viagem, prendas da treta e afins. Raramente entro nesse tipo de fantochadas.
Mas em Novembro do ano passado, a minha prima Rita pediu-me, ou melhor, suplicou-me que lhe comprasse rifas: “São baratinhas”, dizia ela. E é para uma boa causa, qualquer coisa para crianças. Hummmm….
O prémio era um cabaz de Natal. Pois. Ok, Ok.
De tanto suplicar, lá lhe fiz a (pouca) vontade e comprei dois talões (estava doido).
Então não é que em Janeiro eu recebi a bela notícia de que tinha ganho o primeiro prémio? Eu GANHEI!!!!
Nunca tinha recebido nenhum prémio interessante e, como tal devem perceber, fiquei espantado e perplexo.
Tinha de ir buscar o prémio a Coimbra, mas só pude ir em Junho. Como era de se prever, algumas coisas já estavam fora de validade, mas ainda assim fiquei com algumas coisas boas.
Confesso que comecei a ver as rifas com alguma consideração. ALGUMA.
Agora em vez de dizer que as “odeio”, digamos que vou passar a dizer que “não gosto muito de rifas”.