31 agosto 2007

Diana

Faz hoje 10 eternos e longuíssimos anos que morreu a Diana Spencer, a ex-mulher do ex-futuro rei de Inglaterra, um orelhas que teve a coragem e a ousadia de a trocar por uma velha amante com cara de cavalo (dassssseee!).
Eu não desgostava da “princesa do povo”, mas ela não teve muita sorte na vida e, como qualquer mito moderno, quinou.
Mas desde 1997 que não se ouve, vê ou lê, outra coisa que não sejam especulações acerca da vida que ela tinha (ou a deixavam ter) e até mesmo da forma como morreu.
É que já não há paciência.
Todos os anos são dadas várias opiniões sobre a sua vida; são feitos artigos jornalísticos e diversos documentários; livros escritos por pessoas que privaram com ela; são relembradas as suas gaffes; as relações que tinha com a família real; é revista a listagem dos seus 3.500 amantes; é recordada a sua infância. Até o acidente da morte dela já foi reconstituído um sem número de vezes. Só falta o filme.
Eu estive a pensar e tive uma ideia. Por é que não vão ao túmulo dela e não lhe perguntam directamente as dúvidas que ainda existem? Ela era tão boazinha que de certeza não deixava ninguém sem resposta. Acabavam-se (ou não) com os boatos e o pessoal poderia dedicar-se a outro acontecimento.
Olhem, estou-me a lembrar da Madre Teresa de Calcutá que faleceu uma semana depois da Diana. Pouco se ouve falar desta senhora, principalmente sobre o trabalho meritório que fez junto de muitas pessoas.

1 comentário:

  1. Amigo Loix, para se ser falado é preciso ter havido pelo menos um dos seguintes items: Sexo/Caso, Porrada/Violência (mas da boa, caso contrário nem sequer passa na TVI),Mérito por algo bem feito (Na melhor das hipóteses há um sketch na (Rtp)2)

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